terça-feira, 30 de março de 2010

Eu sei ser calma, e sei me irritar e me revoltar com todos de um minuto pra outro. Eu sofro por amores, sinto pela adolescência, tenho vontade de rir, vontade de chorar. Ás vezes quero gritar, ás vezes o meu silêncio é tudo, tem vezes que ele realmente é o único que me conforta. Deitar na minha cama, encostar a cabeça no meu travesseiro, e sonhar, e o melhor... Poder fazer AQUELES planos, e saber que tenho todas as chances de realizá-los, é melhor ainda, isso definitivamente, não tem preço. E só de saber que eu tenho todo esse poder, tudo aquilo que me coloca pra baixo, toma o rumo, e segue em direção a ti, que sempre me desejou o pior, e fez de tudo pra me ver no chão.



É negão.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Eu: tá
Ele: tá oque?
Eu: não sei
Ele: é, eu também não
Eu: não entendo
Ele: nem eu
Eu: porque?
Ele: porque o que?
Eu: porque que o que?
Ele: te amo
Eu: é
Ele: que?
Eu: não queria
Ele: porque?
Eu: por não querer
Ele: tem que ser assim



Eu sei, tu sabes. Eles não.

No frio, na calçada, no teu abraço, no teu peito.


EU TAMBÉM TE AMO, E PORQUE SIM.

sábado, 13 de março de 2010

Levou a minha paz.

Minha conciência também, me trouxe de volta pra um mundo que não era mais o meu.
E agora me diz... Aonde chegou?
Eu não sei, mas foi longe de mim, e de toda a realidade que me atingia naquele momento.

Eu não falo mais, não quero mais, não amo mais.


Te satisfaz com isso, e esquece que eu existo.

Você foi um vício.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Acontece ou não.

Talvez seja quando a mão soa, e o coração acelera, as pernas tremem e a fala tranca.
Não, não, NADA DISSO.
Chega de nhenhé, de coisinha meladinha, coração apertadinho.

Algum dia, tu já ouviu falar em SENTIMENTOS? Aposto que sim.
Nãããão, nada a ver com o coração, ou com o carinha bonitinho da tua escola.


SENTIMENTOS: DERIVADO DO VERBO "SENTIR".
E porquê confundir essa palavra tão momentária com amor?
Não, cara. Caralho!

Eu sinto, e choro, bebo e me acabo.
Mas não agora, nem amanhã, nem ontem.
Coisa rara.

Agora eu me encontro, com o sentimento de aperto.
Sentir é isso, longe de amor, ou algodões doces.
Mas, não é aperto de vontade de fazer xixi, não.
Aperto no coração. E não tem a ver com amor.
Tem a ver comigo, com as minhas VONTADES.

Amor é bom, claro que é. Mas pode esquecer, não agora.
Então: Quebre a perna, sofra, se atire de cima daquela ponte, coloque a música no volume máximo, chore, grite, dê de cabeça na parede, corra pelado, fique sozinho, dance...

Sinta!
E foda-se aquele chamado: "resto".

viva.

Agora vou ao banheiro.

A arte de isolação.

Talvez eu pense demais, sofra demais, sinta demais.
Talvez eu tenha que julgar menos, falar menos, querer menos.
Talvez eu seja a pessoa mais foda do mundo,
talvez eu seja de menos.
É gente demais, palavras demais, cabeças demais.
E a vida não é um concurso, mas, talvez seja.

Talvez eu só tenha que parar de olhar pra rua, e estudar Espanhol.
Talvez eu só tenha que parar de escrever, agora.

Talvez eu pare por aqui,
Ou, por lá.
Ou, por nós.

Entre ele e ela.
Entre a minha mão e a tua.